Varejo

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Retalho 2026: tendências que fazem querer (re) vir à loja

benjamin

Escritor

Publicado em

February 6, 2026

Em 2026, o comércio físico já não se defende contra o comércio eletrónico.
Mudou de papel.

A loja deixou de ser apenas um local de transação.
Tornou-se um local de serviço, ligação e resseguro.

Num contexto de tráfego mais volátil e de consumidores mais exigentes, as marcas e centros que estão a atuar são os que compreenderam uma coisa simples:
👉 já não são os metros quadrados que fazem o valor, mas sim a experiência vivida.

Aqui estão os 6 grandes tendências do retalho em França em 2026, visto através das lentes do uso real e da experiência do cliente.

1. Hiperproximidade: o comércio volta a tornar-se local (e humano)

A “cidade de um quarto de hora” já não é um conceito: tornou-se um reflexo do consumidor.

Em 2026, os clientes:

  • viajar menos longe
  • preferir empresas acessíveis
  • à procura de referência e confiança

As marcas que funcionam são as que assumem as suas raízes locais :

  • Parcerias com atores locais
  • Entretenimento de bairro
  • eventos concebidos para residentes, não para comunicação

👉 A loja deixa de ser uma “filial”.
👉 Voltou a ser um comércio identificado e identificado como útil.

2. A hibridização dos lugares: quando o retalho se torna um lugar para viver

Em 2026 já não chega chegar à loja apenas para comprar.

Os centros comerciais e os parques de retalho que atraem tráfego são os que oferecem:

  • Dos serviços de restauração
  • Recreação
  • Serviços quotidianos
  • às vezes até cuidado ou coworking

As compras estão a tornar-se um Desculpa para a visita, e não o contrário.

👉 A questão já não é:
“Quanto estou a vender por metro quadrado?”
Mas antes:
“Quanto tempo é que as pessoas querem ficar aqui?”

3. Conectividade contínua: mantendo o cliente livre, móvel... e sereno

O smartphone tornou-se o companheiro permanente na viagem de compra :

  • pagamento
  • comparações
  • Programa de fidelidade
  • fotos
  • redes sociais

Em 2026, uma bateria fraca é uma Impedimento direto à visita :

  • Encurtamos o seu curso
  • Evitamos lojas
  • Saímos do centro mais rapidamente

É para responder a esta realidade que as soluções terminais de bateria portáteis para retalhotornaram-se gradualmente uma tendência.

O objectivo não é a cobrança per se.
👉 É de Eliminar a ansiedade do fracasso e deixar o cliente livre para se deslocar, telefone no seu bolso.

Resultado a retalho:

  • mais tempo gasto no local
  • uma viagem mais tranquila
  • uma experiência que é percebida como moderna e pensada

E do lado empresarial, o terminal está também a tornar-se um ferramenta de recolha de dados qualificada, através do opt-in.
Alguns centros, como o Aushopping Noyelles, observaram até +56% de dados de clientes recolhidos graças a este serviço.

👉 Em 2026, oferecer energia móvel significa oferecer conforto... e criar valor.

4. A segunda mão: da alternativa à norma

A segunda mão já não é um “plus”.
Tornou-se um esperar.

Em 2026, o cliente inclui apenas uma marca:

  • Não oferece uma recuperação
  • não incorpora produtos recondicionados
  • não valoriza a sustentabilidade

Os retalhistas mais avançados:

  • integrar artigos em segunda mão no coração da loja
  • oferecer devolução imediata contra um voucher
  • criar um círculo virtuoso entre tráfego, lealdade e imagem

👉 A segunda mão já não é um departamento separado.
👉 É um Uma alavanca para resseguro e regresso à loja.

5. Tecnologia invisível: menos gadgets, mais serviço

Em 2026, a tecnologia que se pode ver demasiado é muitas vezes a que incomoda.

O que realmente funciona:

  • pagamento móvel em todo o lado da loja
  • Fim das filas
  • stock unificado entre online e offline
  • ferramentas discretas ao serviço das equipas

A tecnologia está a tornar-se Um stand, não um espetáculo.

👉 Liberta o tempo dos vendedores.
👉 Agiliza a jornada do cliente.
👉 Ela está a desaparecer por trás da experiência.

6. A loja como polo logístico local

Com o aumento dos custos de transporte e constrangimentos ambientais, a loja física está a tornar-se uma Ator chave na última milha.

Em 2026, foi utilizado para:

  • retirar uma encomenda
  • gerir uma devolução imediatamente
  • entregar localmente em modo de baixo carbono
  • Transformar uma devolução numa troca

👉 A loja deixa de estar sujeita a e-commerce.
👉 Está a tornar-se o ponto de ancoragem local.

Conclusão: o retalho 2026 é um negócio de atenções

O retalho físico de amanhã não vai ganhar por quantidade, mas por qualidade da experiência.

Os atores que estão a ir bem são os que:

  • eliminar o atrito da vida quotidiana
  • oferecer serviços úteis (conectividade, segunda mão, logística)
  • transformar os seus pontos de venda em espaços de convivência
  • recriar o link, não apenas a passagem

👉 Em 2026, a loja deixou de ser um local simples de comprar.
👉 É um Local de soluções.

E é exatamente aí que está em jogo o futuro do retalho.

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